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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O Caderno da Morte

Neste mundo, o bem e o mal coexistem. Isso é uma verdade.
Observando o mundo que os cerca pode-se chegar a uma conclusão:
Neste mundo há os de bom e os de mau coração.
Para esta regar não existe exceção, nem meio termo.
Essas tendências já podem ser percebidas na infância, isso não define totalmente que tipo de pessoa a criança será quando crescer, porém à medida que crescem fica cada vez mais difícil a recuperação e como o Ser Humano tende para o mal, sendo corrompido pela sociedade ou não, isso nos deixa com apenas uma opção.
A eliminação sumária do mal.
Este mundo está cheio de pessoas más sem escrúpulo ou senso de moral enquanto salvando as raras exceções as pessoas justas se omitem por comodidade deixando esse “iMUNDO” algo um pouco melhor do que um esgoto cheio de ratos e vermes esperando a próxima enchente para morrerem afogados.
Para o bem deste mundo o mal tem que ser eliminado e cabe a mim isso.
Eu sou Kira e ao contrário do que alguns pensam não sou um simples humano ou um simples caderno, sou muito mais do que isso.
Raito Yagami
Misa Amane
Teru Mikami
Kyomi Takada
Apenas simples humanos que saborearam um pouco do meu poder e que morreram tentando melhorar este mundo.
Eu sou Kira, não podem me vencer.
Porque eu sou um espírito.
Porque eu sou a Justiça.
Eu sou... o Deus do Novo Mundo. *

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Espaço do Autor:

Esse texto é apenas uma homenagem ao anime (desenho japonês) Death Note que sem dúvida foi o melhor anime que já vi até hoje e recomendo.

Sinopse

“O humano cujo nome for escrito neste caderno morrerá”

“Este caderno não surtirá efeito a menos que o escritor tenha em mente a face da vitima ao escrever o nome dele(a), assim pessoas que possuam o mesmo nome não serão afetadas”

Essas frases acima estão escritas em um caderno (Death Note) encontrado por um jovem estudante japonês chamado Raito Yagami (O melhor estudante do país por sinal) que entediado resolve testar se aquilo é ou não verdade. Depois de comprovar a eficácia do caderno matando um seqüestrador cujo seqüestro estava sendo exibido na TV ele resolver usar o caderno para mudar o mundo eliminando todos os criminosos, mais tarde ele descobre que esse caderno pertencia a um Shinigami(Deus da Morte) que também estava entediado e resolveu largar o caderno no mundo humano para se divertir um pouco. Claro que com milhares de criminosos morrendo a policia toma providencias e chama um lendário detetive chamado “L” para descobrir quem ou o que está por trás dos homicídios e prende-lo e a trama se desenvolve dando inicio a um suspense policial de tirar o fôlego.

Caso se interessem: http://www.animeshade.com/index.php?page=Death-Note
Apenas uma sugestão. Existem vários outros sites que oferecem o download

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Minha primeira recomendação do blog XD

Quero dizer também que conciliar bem, bom, mau e mal no texto foi interessante

*As opiniões ou idéias expressas pelo texto não são necessariamente compartilhadas pelo autor do mesmo (tirando o meu da reta).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Fragmentos

Acordou, estava em sua cama, fazia dias que estava deitado ali. O sol que entrava pela janela dava a entender que já era tarde e logo o sol se poria.

Ela abriu a porta e se dirigiu à cama

Já fazia uns três dias que ela vinha trocar suas bandagens, mas ele não falava nada. A conhecia desde pequeno quando chegou ao templo, cresceram e foram treinados juntos e fazia tempo que não se viam, mas ele nem sequer olhava para ela.

― seus olhos... estão diferentes, eles não eram assim ― ela disse enquanto começava a trocar as bandagens.

Ele nem se moveu

― Eu conheço você desde o dia que chegou aqui e nunca te vi assim, lembro dos seus treinos e que sempre que ia lutar você sorria como se fosse o dia mais feliz da sua vida, a luta começava e você vencia, você sempre vencia, era o melhor aluno daqui, mas quando a luta acabava o sorriso desaparecia e seus olhos ficavam vazios e até tristes, como se quisesse perder, mas nunca perdeu.

― Achei que no dia que perdesse uma luta você ficaria feliz com o desafio de ser mais forte, mas pelos seus ferimentos acho que me enganei.

Ela terminou de trocar os curativos e olhou para ele esperando uma resposta.

Ele olhou pra ela com aqueles olhos vazios que pareciam atravessá-la e por um momento ele ficou com medo daquilo que estava na sua frente e ele sussurrou:

― Eu não perdi... ― Seus olhos se arregalaram e ele sorriu alucinadamente ― eu matei todos eles ― e o sorriso sumiu ― mas ela teve que morrer para isso.

E ficaram ali se olhando.


Um espaço pro autor:

Oi faz tempo né? ¬¬' Por favor, desculpem minha ausencia eu tava meo sem inspiração e tambem me mudei isso ajudou pq fiquei sem internet por algumas semanas, mas mesmo assim não escrvei quase nada (que vergonha) vou tentar voltar ao normal (não to prometendo nada). espero que gostem do que eu escrevi, era pra ser um episódio do Dragão Negro (a história), mas não deu muito certo.


bjs e me desculpem

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Monólogo

Era de noite, um rapaz caminhava por uma rua vazia, cheia de cantos escuros onde apenas alguns postes de luz iluminavam quando e onde bem entendiam.
De repente do nada ele ouviu uma voz.
― Você não precisa disso.
E como se a coisa mais normal do mundo começou a conversar com aquela voz:
― Do que está falando?
― Esse sentimento... Você não precisa dele
― Qual sentimento?
― Ela...
O rapaz parou de andar como se tivesse levado um susto.
― Eu sei o que você sente por ela.
Sabia que não podia evitar aquela conversa, já que fora ele que a tinha iniciado, então tentou entender o que se passava.
― Porque diz que não preciso?
― Olhe para você... Fraco... Indeciso... Como se não conseguisse viver sozinho... Como se apenas precisasse dela para viver... Ridículo.
― Não preciso.
A voz riu-se.
― Não pode me enganar, não pode nem enganar a si mesmo.
― O que quer que eu faça?
― Esqueça... Continue sua vida... Apague o que você começou a queimar... Volte a ser o que era antes.
― Não posso fazer isso... Eu era triste... Sozinho... Eu era morto.
― Não vejo vantagem nenhuma no morto vivo que se tornou.
― Mas eu tenho ela.
― Tem? Chama isso de ter?... O seu “ter” não passa de conversas e brincadeiras casuais. E sabe de uma coisa?... Eu não a vejo dando a mínima atenção para você... É como se você não importasse para ela... Como se fosse apenas mais um.
― Voc... Você está errado ― O rapaz recomeçou a andar tentando fugir da conversa.
― Errado? Então me diga por que simplesmente não diz para ela o que sente por ela?
― Não é tão simples... Não dá... Não posso.
― Como você é fraco... É fraco demais ara dizer o que sente e é fraco demais para voltar a ser o que era. E no meio disso tudo fica ai sofrendo... Eu devia é acabar com isso logo.
A voz começou a enforcá-lo, mas ao mesmo tempo em que enforcava o rapaz também se sufocava como se também estivesse se enforcando. Apertou, mas depois de um tempo não aguentava mais e soltou.
― Desgraçado... Só não te mato porque isso também me mataria. Por quê?...Por quê?... Só quero que me diga por que continua nisso se até você mesmo você sabe que não vai dar certo?
― Por que... Com ela... Me sinto completo.
― Completo?... Não... Eu e você... Você só precisa de nós dois para ser completo... Só nós dois.
― É isso mesmo, dois, sempre seremos dois... Já com ela não... Com ela eu sinto como se um mais um fosse... Um... Completo.
A conversa continuava sem chegar a acordo algum. E ao longe só se via um rapaz caminhado sozinho por uma rua escura.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Propósito

O homem, senhor da Terra, detentor de toda sabedoria e poder e o que é melhor: ainda em desenvolvimento. Uma posição notável não acha? Principalmente para um ser que a meu ver é totalmente desprovido de rumo. Inicialmente era algo perdoável, pois o mundo difícil do jeito que era não permitia ao homem antigo parar para pensar em seus objetivos, mas o tempo passou e o homem mudou o mundo, chegamos ao que chamamos de sociedade globalizada, somos o “centro do Universo” e ainda estamos tão ou até mais desorientados do que antes; essa sociedade nos dá tantas opções que esquecemos o que realmente importa.
Ironicamente apenas nós podemos criar e viver tal coisa, pois em todo o universo conhecido apenas a mente humana é capaz de criar algo tão divino a ponto de conseguir devolver o caminha a alguém perdido.
Ouso dizer que é ótimo sentir o frio na barriga, o arrepio na espinha, o coração bater mais rápido e as palavras se atropelarem na garganta é com toda certeza divino; se você nunca sentiu nada disso pobre alma desgraçada és digno de pena e sinto pelos olhos vazios que carrega por esse caminho sem fim, mas nunca perca a esperança, porque não importa como esse sentimento venha e nem como seja, pode muito bem ser um sentimento a primeira vista, segunda, terceira, pode ser ardente como o inferno ou calmo como a superfície de um lago, secreto, publico e até mesmo platônico, pois é certo que no final só nos resta aceitar e nos agarrar com unhas dentes, ganchos, cordas, cola, fita crep, toda nossa força e o que mais tivermos a mão a esse sentimento, por que ele é a única coisa que importa.
Disse tudo isso em vão, pois tudo que escrevi pode ser resumido nessa única e ultima frase:
Propósito maior não há caro leitor do que o amor.


PS: Esse foi uma texto pedido como exercício de casa na aula de redação

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Eu desejo pra você...

Bem pessoal não posto daqui desde o ano passado (tempo pra caramba heim?)
Um ano passou em um segundo. Você fecha os olhos e quando abre lá vai ele sorridente ou não seguindo seu caminho e deixando marcas, algumas boas, outras ruins, mas acho que esse é o desafio: Quando lembrar do ano passado não lembre dele como aquele que se foi, aquele em que você se deu mal ou daquele em que você perdeu algo e sim lembrar dele como aquele ano que você venceu que você ganhou coisas que poderá levar por toda sua vida.
Mas não estou aqui pra ensinar vocês a viver (não estou nem a altura disso) e sim pra desejar o melhor que posso para vocês.

EU DESEJO:

AMIZADE – Que nesse ano que está começando você tenha com quem andar, alguém pra confiar, pra se apoiar e dar apoio é impossível andar sem amigos.

ESPERANÇA – Não desista de objetivos só porque eles não se confirmaram um dia eles vão acontecer na hora certa e no mundo de hoje esperança é o que nos resta.

ALEGRIA – De nada adiantaria viver um ano com tantos sentimentos se você fosse viver triste, tanto que sem alegria nada disso faria efeito.

AMOR – Não se pode viver sem ele e eu não preciso mencionar que estar com uma pessoa que você ama deixa tudo mais fácil e divertido.


Uma música que vale a pena ouvir:

Far Away - Nickelback - Tradução

Esta vez, este lugar.
Maltratado, erros
Tempo demais, tão tarde.
Quem era eu para te fazer esperar?
Apenas uma chance
Apenas uma respiração
Caso reste apenas um
Porque você sabe,
Você sabe, você sabe.

Que eu te amo
Eu te amei o tempo todo
E eu sinto sua falta
Estive longe por muito tempo
Eu fico sonhando que você estará comigo
E você nunca irá
Pararei de respirar se
Eu não a vir mais

De joelhos, eu pedirei.
Última chance para uma última dança
Porque com você, eu confrontaria.
Todo o inferno para segurar sua mão
Eu daria tudo
Eu daria por nós
Dou qualquer coisa, mas eu não desistirei.
Porque você sabe
Você sabe, você sabe.

Que eu te amo
Eu te amei o tempo todo
E eu sinto sua falta
Estive longe por muito tempo
Eu fico sonhando que você estará comigo
E você nunca irá
Parar de respirar se
Eu não a vir mais

Tão longe
Estive longe por muito tempo
Tão longe
Estive longe por muito tempo
Mas você sabe, você sabe, você sabe.

Eu queria
Eu queria que você ficasse
Porque eu precisava
Eu preciso ouvir você dizer
Que "eu te amo
Eu te amei o tempo todo
E eu te perdôo
Por estar longe por tanto tempo
Então continue respirando
Porque eu não irei embora
Segure-se em mim e
Nunca me solte"


Uma última dica? Apaixonem-se (pela pessoa certa é claro) é a melhor coisa que poderá acontecer com você esse ano.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Simplesmente não posso

Como isso é bom. Essa sensação de felicidade que te faz sorrir, uma sensação de estar completo que problemas ao desapareceram, mas ficaram insignificantes.
Não estou falando dessa época de Natal ou de fim de ano. Férias? É são boas, mas também não é disso que estou falando.
Estou falando daquela sensação que não importa onde esteja ou o quanto esteja me divertindo faz meus olhos procurarem por quem não está lá, olhar nos olhos de quem não está ali e pensar que tudo seria melhor se ela estivesse aqui. Aquela sensação que me faz ficar angustiado só de pensar que posso ficar um bom tempo sem vê-la.
Tudo isso se junta tornando-se algo tão crítico que chega a ficar chato.
Droga senhorita!!!!!
Não é que não queira pensar em você. Pensar em você, perceber você, descobrir seu sorriso, vê-la cantar são de longe as melhores coisas que me acontecem há muito tempo.


Pensando bem... não conseguiria fazer isso nem se quisesse, pois como eu já disse antes:

“Não quero te esquecer”

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Flertes...

Sempre ouvi por toda minha vida que quando você quer alguma coisa tem que se focar nela, mas como posso me focar em um se eu tenho cinco objetivos para me preocupar. Então eu lhes pergunto como fazer isso?(acho que a resposta de vocês será: busque um de cada vez, pode ser, mas não da).
Primeiro deixe me apresentar meus objetivos.

A Advogada: bem, ela é basicamente uma maníaca (muitas manias), ela consegue me deixar meio zonzo quando a tento entender, ela muda completamente as regras do mundo feminino, poderia dizer que tem suas próprias regras (ela quer engordar! Isso vai contra as regras de todas as mulheres que já vi).

A Baixinha: posso dizer que ela é muito fofa, não sei ela parece uma coisa muito frágil que desperta um sentimento de proteção (quase de pegar e botar no bolso para que não se quebre), mas o que mais gosto nela é o jeito de fingir que se irrita quando implico algo que dois segundos depois já passou.

A Louca: essa é do estilo muito doido, mas ao mesmo tempo saudável, um pouco inconseqüente, desleixada (não é muito inteligente também), solta uns gritos inesperados de vez em quando, faz biquinho e tem bochechas muito macia para apertar, embora ela odeie que faça isso. Sua cara de irritação também é impagável.

A Ruiva: essa vive no mundo da lua onde não há regras ou obrigações ela é realmente inconseqüente e desleixada (muito mais que a outra). É do tipo deixa ai depois a gente vê, é muito irônica diz coisas absurdas com uma tranqüilidade que você acaba acreditando e é ela que vai te alertar que foi ironia. Tem um Q de roqueira embora no dia a dia não pareça, misture tudo isso e encante-se.

A Preguiçosa: é daquelas moças que consegue encantar você com suas brincadeirinhas ela entre todas é a mais responsável (ela não é preguiçosa coloquei isso porque não sabia como classificá-la). Os óculos dela dão um charme a mais e ela odeia que impliquem com ela por causa disso.

Não sei se conseguiram entender meu dilema, mas resumindo é isso. Todas igualmente importantes agora vamos em frente. Alguém tem alguma preferência?

PS: desculpem, mas estou sem tempo pra postar mais.

bjs

domingo, 26 de outubro de 2008

Um tributo ao meu maior amor... às mulheres

Ahhh como posso descrevê-los? Como posso descrever os sorrisos, os dentes, as bocas que tanto me fascinam? Simplesmente não posso, posso apenas idolatrá-los. Não só eles. E os cabelos? Ahhh não me perdoaria se os esquecesse. Ruivos, louros, negros, castanhos, longos, curtos, lisos ou encaracolados ali me perco de tal modo que me esqueço de todo o resto, o mundo tornasse apenas um detalhe diante da sensação de tocá-los, sentir seu perfume e ver toda sua beleza. Olhos. A janela para suas almas e corações. Claros ou escuros não importa apenas os admiro e fico esperando que me encontrem para ter a sublime sensação de olhá-los bem lá fundo indo até o coração e talvez fazer dali meu lar, meu esconderijo, meu lugar especial. Simplesmente não posso deixar de olhá-los, tocá-los, beijá-los e venerá-los. Embalado pela música certa não existe fronteiras para tamanha admiração.

Garotos(Leoni)

Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já não me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas e eu
não sei o que faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Perto de uma mulher
São só garotos

Acho que não poderia expressar de uma melhor forma o que sinto.


P.S: não estou apaixonado por alguém especial, mas sim por um gênero em especial.

Bjs** amo todas vocês :)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Muito bom esse clima


Parece que sou diferente de muita gente, sou uma daquelas pessoas que sorri quando vê uma nuvem no horizonte se aproximando pronta para chorar sobre nossas cabeças. Adoro a chuva, tudo nela, o som que faz quando atinge o solo e a minha janela, o frescor que elas geralmente trás consigo, e principalmente a sensação de novo que se tem quando acaba. Parece que tudo no mundo está novo, lavado e pronto pra mais um dia. Adoro dormir com seu barulho e também adoro chegar à janela pra vê-la cair. Surpreendo-me quando vejo um raio e gosto de me sentir envolto pela nevoa que a acompanha de vez em quando. Gosto de me molhar com suas gotas e adoro principalmente o presente que de vez em quando ela deixa para nos recordarmos dela o arco-íris, mas uma coisa muito interessante é que detesto guarda-chuva não gosto de me proteger da coisa que eu mais gosto. Seria loucura. e eu não sou louco só por gostar da chuva.

P.S: ^^’. É que hoje amanheceu chovendo e não parou até agora. To feliz :)

Bjs e uma boa chuva para vocês.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O Dragão Negro episódio-7

Japão - em algum lugar nas montanhas.
Um senhor já com cabelos brancos está meditando em uma sala vazia iluminadas por centenas de velas em um templo tranqüilo, não se ouve som algum apenas no máximo um passar cantando ao longe. De repente todas as chamas das velas começam a tremular, mas não havia brisa alguma e todo o templo estava fechado, então o senhor abre os olhos assustados como se tivesse visto o rosto da própria morte e diz:
— Ohhh não. Ele despertou.

De volta ao galpão
O homem careca está olhando aquele casal que acabara de separar e sorria como se estivesse vendo um show de comédia, só que algo estava errado com um pouco de atenção ele começou ver uma névoa negra se formar em volta daquele garoto ali ajoelhado segurando o que há pouco tempo era seu amor, a mesma névoa que havia visto em volta da espada um pouco antes de ser soterrado. O cabelo que estava preso até agora arrebentou o que o prendia e caiu sobre sua face, sentiu de repente um vento muito forte vindo do garoto como se algo tivesse explodido por dentro daquele corpo não sabia porque, mas começava a ficar apreensivo. Mirrou a arma para a cabeça do garoto para acabar com tudo aquilo e disparou: TAAA......TAAA.....TAAA........

Japão – templo
O senhor se levantou calmamente, mas ainda com o olhar assustado, levantou a mão rapidamente e todas as velas se apagaram. Ficou assim um tempo até sentir dois vultos por trás dele e disse:
— Capturem o e tragam o pra cá, podem usar qualquer força necessária, mas tragam o pra cá.

O homem não conseguia acreditar no que aconteceu todas as balas simplesmente se esfarelavam antes de tocar o alvo e isso parecia ter chamado a atenção do daqu7ele ser que não mais reconhecia.
Ele não se controlava mais, algo muito mais forte estava no comando. Percebeu que aos poucos colocava o corpo já sem vida no chão e erguera-se para enfrentar seu inimigo, mas sua cabeça continuava baixa. Contemplou-o com um olhar e viu o medo se formar em seu rosto, conseguia ver os reflexos dos seus olhos nos dele que agora estavam diferentes, estavam vermelhos e incandescentes como uma chama em meio à escuridão. O homem começou a recuar e mirou novamente a arma, mas não teve tempo de disparar, pois pôde se ouvir o som de todos os ossos da sua mão quebrar e se contorcer. O homem deu um grito e recuou ainda mais, tirou um rádio do bolso e começou a chamar um tal de “comando de assalto”, não sabia o que aquilo significava, mas resolveu quebrar sua perna olhou para um delas e imediatamente ela estava toda curvada e contorcida o que fez que o homem soltasse um grito ainda piore caísse. Não pode quebrar a outra, pois dez homens armados com metralhadoras surgiram por um lado, miraram e começaram a disparar: TATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATTATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATATA
Depois de esvaziarem totalmente seus cartuchos, abaixaram as armas e viram todas suas balas paradas no ar sem nem chegar perto do alvo. Ele olhou para os atiradores e todas as balas voltaram e logo estavam todos ali molhando o chão com seu sangue. Voltou sua atenção para o assassino que estava rastejando para longe. Apareceu de repente em frente a ele que não viu ter outro jeito se não implorar, ajoelhou, olhou para aqueles olhos vermelhos e pediu misericórdia. Ele sorriu e disse:
— Tudo bem. Serei misericordioso — Sua voz estava totalmente diferente.
Levantou a mão abeta sobre a cabeça do homem, sua espada veio voando para sua mão, segurou a espada e o resto foi rápido só conseguiu-se ver a cabaça rolar. Ele embainhou a espada e começou a andar em direção ao galpão, parou na entrada e olhou o corpo. E lá de seu esconderijo dentro de sua mente um pensamento veio: “O que estou fazendo aqui? Escondido? Fugindo como um gatinho assustado em vez de enfrentar a realidade? Não sou assim. Não posso fazer isso.” E aquele pensamento foi se fortalecendo, mas foi a visão do corpo que o fez se revoltar.
De repente colocou a mão na cabeça como se sentisse uma dor terrível:
— Ahhhhh. Você não tem o direito. Você foi fraco quando mais precisaram de você. Você a deixou morrer. Agora isso que você chama de corpo é meu.
— Não, não.
Aquela luta interna o estava o deixando exausto, caiu no chão:
— Não, não
Tudo ao seu redor começou a se desintegrar numa escala impressionante até que finalmente ficou inconsciente. De repente os dois vultos que estavam no templo do Japão apareceram ao seu lado:
— Parece que ele entrou em colapso.
— Melhor, assim não vamos ter trabalho.
— Ótimo vamos nessa.
E os três sumiram como ar.
(continua)......................

P.S: Acho que esse episódio ficou meio sangrento, mas só coloquei o que eu achei que faria caso alguém matasse meu amor espero que gostem.

bjs

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Autor todo poderoso

Depois do episódio passado parei um pouco para refletir sobre o poder que o autor possui sobre sua obra e seus personagens. Basta dizer que ele pode decidir sobre tudo que ira acontecer, ele determina tudo, características, futuro, passado, o que vai acontecer, onde e quando pode decidir sobre a vida ou a morte de um personagem. Basicamente tudo, mas se compararmos esse poder as demais pessoas chegamos a conclusão que é um poder bem limitado, pois tudo isso se limita exclusivamente à mente do autor não conseguindo influir muito no mundo exterior, o máximo que pode fazer é alegrar umas pessoas ou deixa-las aos prantos (acho que ainda estou longe desse patamar), mas uma coisa muito importante é que não nos vemos como personagens nunca nos colocamos no lugar deles e eu até entendo, pois muitos personagens são apenas invenções, lapsos de imaginação de alguém que pode muito bem ser esquecidos em um piscar de olhos ou talvez por que não nos consideramos muitos importantes (aqui entre nós: um menino que vive escrevendo no blog não é um herói convencional para uma história de sucesso não é?) e por outro lado se nos colocássemos no lugar de algum personagem não sei você, mas eu me sentiria muito inseguro diante de tudo que fizesse pois tudo estaria sendo controlado por alguém e não restaria a mim liberdade nenhuma para fazer qualquer coisa. Vou parar agora, porque eu adoro minha (falsa) liberdade e pensar nesse assunto me deixa um pouco assustado e confuso.

p.s: vai haver outros episódios só não estou muito bem agora para escreve-los.

Bjs***

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O Dragão Negro episódio-6

O lugar era um galpão enorme no meio da cidade, o lugar estava começando a encher de gente todos pareciam bem alertas e todos estavam armados seja com armas de fogo ou com espadas todas pareciam muito habilidosas e prontas a se defender de qualquer um. Pena que não esperavam um ataque. Ele olhou pra ela e questionou:
— Aqui por que estamos fazendo isso?
— Olha, você disse que estava nessa pela ação.
— Sim disso eu sei, mas o que eu perguntei é porque estamos nessa contra essa tal de Neo?
Ela ficou olhando pra ele e estava claramente triste
— Olha, é um pouco difícil pra mim te explicar....
— Desculpe, mas eu preciso saber. Espero que entenda.
— Tudo começou quando eu tinha dez anos... — ela estava com quinze —... Estava tudo indo muito bem toda minha família estava feliz, eu, meu pai, minha mãe e.... Meu irmão.... — seus olhos já estavam molhados —....até que meu pai inventou uma dessas tecnologias para computador. E foi um sucesso a invenção dele, mas não demorou muito tempo até meu pai ser chamado por uma empresa que queria compra a invenção dele, só que ele recusou a oferta. Eles continuaram insistindo para meu pai vender, mas meu pai sabia que poderia ganhar muito mais dinheiro com sua invenção do que eles ofereciam.... — ela já escondia os olhos a essa altura —.... Foi ai que começaram a fazer ameaças ao meu pai que simplesmente ignorou. E foi ai que em uma noite um grupo de homens vestidos de preto como aqueles homens do prédio entraram em nossa casa bateram no meu pai, minha mãe ficou duas semanas no hospital e...... Mataram meu irmão.
Ela estava soluçando e tapando o rosto com as mãos, ele a abraçou tentando consola-la, mas conseguia sentir que seu choro não era de tristeza, mas sim de ódio. Ele abaixou suas mãos e olhou dentro dos olhos dela:
— Desculpe fazer você lembrar disso e não se preocupe eu estou aqui, não vou deixar nada de mal te acontecer.
Ela o olhou pra ele como nunca havia olhado antes, sentia vontade de chegar mais perto foi fez isso até que seus lábios se tocaram. Seu beijo era doce, macio e suave ele nunca havia sentido um beijo como o dela o fez esquecer tudo parecia a coisa mais perfeita do mundo e quando acabou e abriu os olhos estava convencido de que realmente a amava.
Passaram alguns momentos assim, mas tinham que se concentrar no que fariam.
De onde estavam dava pra ver que o homem com quem tinham conseguido a informação chegara ao local carregando a mesma maleta que estava no estacionamento.
O homem entrou, pareciam que esperavam apenas ele pra começar a reunião. O dragão olhou pra sua companheira e perguntou sério:
— Então qual é o plano? — Ele realmente não havia pensado nisso — A gente entra simplesmente entra arrebentando tudo?
— Isso com certeza não a gente primeiro vê do que se trata a reunião e só depois batemos — deu um sorriso — Me admira você todo planejado querer entrar batendo.
— A culpa não é minha se você me desconcentrou.
— Ahhh ta bom vamos lá.
Os dois voaram para o telhado do galpão e ficaram espiando, mas tinha alguma coisa errada todos estavam mais alerta do que o costume. O homem havia contado o que tinha acontecido na noite anterior.
— Droga! — exclamou T........... — Agora não vamos saber o que estavam tramando.
— Pode ser do meu jeito então?
Ela revirou os olhos e disse:
— Ahhh. Ta bom, vamos fazer do seu jeito.
Os dois pularam por um alçapão que estava diretamente em cima do meio do galpão e antes mesmos de tocarem o chão já se podia ouvir os sons das armas disparando. Quando algo assim acontecia tudo para ele parecia se mover em câmera lenta dessa vez não teria pena tirou sua espada da bainha e logo já estava cortando e assim ia um, dois, três, quatro e depois de derrubar o vigésimo pararam os dois um de costa pro outro procurando um inimigo, alguém, não ninguém estavam todos caído ensangüentados menos eles dois estavam cansados sim, mas estavam tão limpos quanto quando entraram pelo alçapão. Por um instante reparou na sua espada e havia uma espécie de névoa negra saindo dela era como se estivesse evaporando o sangue ou talvez se alimentando dele, nunca tinha visto ela assim olhou e sentiu-se hipnotizado pela espada tudo a sua volta escureceu e ele ouviu uma voz desconhecida dizendo “deixe-me sair”.
Tudo isso foi sumiu quando se ouviu sons de palmas vindo da entrada, os dois olharam e viram um homem alto careca com uma enorme cicatriz no rosto com um ar de militar:
— Ora, ora, ora — disse ele como se estivesse encarando algo muito comum — Parece que eu perdi toda a festa. Vocês dois são realmente bons o que querem? Um emprego?
— Não só queremos colocar um pouco de ordem nessa bagunça e levar um pouco de justiça a pessoas que matam outras pessoas — Disse a garota com raiva.
— Ahh, entendi são justiceiros não é? Patético. — e fez um sinal com uma das mãos.
Imediatamente surgiram cinco daquelas sombras em volta deles como se tivessem vindo da nada.
— Hey. Moça que tal eu pegar três e você dois.
— Não. De jeito nenhum vamos fazer assim: cada um pega dois e quem acabar primeiro pega o que sobrou.
— Ta legal. Vamos nessa.
Os dois se moviam tão rápido que nenhum humano normal conseguiria ver nada alem de vultos era praticamente um furacão de lâminas que surgia no centro do galpão e só depois de perceber que sozinhos não conseguiriam começaram a lutar em equipe e pouco depois as sombras jaziam no chão sem vida.
— Goste de vocês — disse o militar — Pena que vou ter que matá-los.
Ele tirou uma espada das costas e começou a andar calmamente na direção deles. Eles tentaram combate-lo em equipe, mas não adiantou nada esse cara era muito mais rápido, forte e habilidoso que qualquer inimigo que haviam enfrentado. Ele tentou um ataque sozinho, mas errou e levou um golpe tão forte que foi parar do outro lado do galpão soterrado por caixas. E o homem continuou a andar na direção da garota, ela começou uma batalha, mas pouco depois estava no chão, indefesa, ele estava quase colocando a mão nela quando uma caixa veio voando na sua cabeça.
— Nem pense em encostar suas mãos nela — Disse ele com raiva nos olhos e sua espada expelia mais nevoa negra do que antes.
— O que, mas como?
— talvez eu não tenha comentado, porque não sou de me gabar, mas possuo telecinese (quem não sabia agora ta sabendo).
Eles começaram uma nova batalha, só que dessa vez estava mais rápido e mais forte muito mais poderia enfrentá-lo agora, de igual para igual, mas não o suficiente para derrota-lo os dois pararam para se admirar e o homem perguntou:
— Como ficou tão forte — estava realmente muito surpreso.
— uma vez ouvi uma frase, “quando uma pessoa tem a quem proteger, então fica verdadeiramente forte” não acreditei na época, mas agora posso ver que é verdade. — sorriu — desculpe, mas vou ter que acabar com isso logo.
De repente disparou contra o homem em uma velocidade incrível, mas pouco antes de toca-lo desapareceu e apareceu no lugar onde começara o ataque.
— Parece que você me errou garoto.
— Nunca quis acertar você.
Ele terminou de dizer isso e todo o teto desabou sobre seu adversário. Ele olhou pra sua amada que já vinha correndo abraça-lo, envolveu-a em seus braços e disse em seu ouvido que havia terminado, beijaram-se e novamente ele se sentiu no céu. Terminaram o beijo e olharam-se nos olhos... TAAA... TAAAA..... TAAA.....
Ele arregalou os olhos, não podia acreditar no que aconteceu. O que era isso em suas mãos? Que liquido quente era essa que escorria em seu peito? Sangue? Não era dele.
TUMTUM... Seu coração batia mais rápido.... TUMTUM..... Não era dele o sangue.... TUMTUM... Gostaria que fosse seu sangue.....TUMTUM..... Mas não era....TUMTUM.
E em seu ultimo momento de lucidez conseguiu distinguir seu adversário saído dos escombros com uma arma na mão. Não podia acreditar no que havia acontecido, não podia enfrentar aquilo, então refugiou-se no fundo de sua mente em um lugar tão profundo que ninguém iria acha-lo e de lá viu um monstro se soltar e tomar conta do seu corpo aquele monstro ao mesmo tempo estranho, mas familiar, aquele pelo qual o denominavam e pelo qual escolhera seu nome.
O Dragão Negro o verdadeiro Dragão Negro.
(continua).........

P.s:Esse episódio ficou enorme e espero que bom também.

Bjs e até a próxima

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O Dragão Negro episódio-5

Depois daquele dia os dois praticamente não se separaram mais. Estavam sempre juntos, quando não estava investigando o assalto ou alguma pista estavam se divertindo em coisas normais como cinema, passeios ao acaso e coisas que pessoas normais da sua idade fariam. E por mais que ele detestasse admitir pra ele mesmo, estava gostando e se divertindo como nunca. Já tinha até esquecido aquele sentimento de inutilidade que o atormentava e começou a acreditar que talvez não precisasse de lutas e inimigos poderosos para reprimir esse sentimento e que tudo que ele precisava e desejava estava ali na sua frente do seu lado olhando pra ele com seus olhos grandes e brilhantes que o deixava enfeitiçado: Ela. E assim foi um da após o outro até que depois de muita investigação conseguiram pegar um rastro que levou a outro, e a outro e até que finalmente descobriram uma informação: uma pessoa da “organização” (pra não dizer gangue) que sabia de muitas coisas que eles gostariam de saber estaria em uma boate, no centro da cidade. Foram até lá no horário marcado. E por mais que ela insistisse eles ficaram do lado de fora esperando o alvo sair:
— Ahhh isso não vale, logo quando é uma boate a gente não vai entrar? — insistia ela.
— Olha aqui T..........., você já fez alguma coisa parecida com isso antes?
— É claro que não, mas é uma B-O-A-T-E.
— Ta bom, a gente ia entrar, e fazer o que? — perguntou ironicamente pra ela — Ia chegar e pegar ele no meio da boate com todo mundo olhando sem falar no pessoal armado que ia deixar agente fazer isso na boa né? Eu acho que não.
A parti daí ela ficou quieta, mas fazia questão de mostra que estava emburrada quase como uma criança, ele adora isso nela. Passaram-se algumas horas até que o sujeito saiu e foi até o estacionamento:
— Viu? Foi por isso que eu queria esperar até ele sair — Apontou mostrando o alvo todo cambaleante.
Ela só olhava pra ele ainda emburrada, mas não tinha conseguido entender se ele não a queria ver bêbada ou se queria pegar o cara bêbado.
O homem tinha uma maleta e de perto se via que não estava tão bêbado, mas sim a maleta que parecia estar pesada. O estacionamento estava vazio e faltava pouco para o caro quando ele ouviu:
— A festa deve ter sido boa hein?
Ele se virou e viu a garota pareceu tentar entender e no fim se virou novamente para o carro, mas desta vez deu de cara com o Dragão:
— Mas mesmo assim não deveria dirigir neste estado.
Ele começou a recuar e finalmente perguntou:
— O que vocês querem.
— Ta bom se é pra ser direto, seremos. Queremos saber tudo o que sabe sobre o roubo no prédio.
— Qual? — ele disse isso e viu que rapaz de preto estava puxando a espada — Ahh sei aquele que o ladrão foi pego? Por acaso foi você — perguntou para o Dragão
— Não foi ela.
Ele olhou pra ela assustado:
— Olha vocês tem que entender que se eu falar algo eu morro. Por favor.
— É eu achei eu diria isso
Colocou a mão no bolso e tirou uma espécie de agulha grande, pegou a mão do cara, segurou firme, pôs embaixo da unha do dedão e disse:
— Vamos ver então.
O homem não tinha sido feito para sentir dor e depois e dez minutos falou tudo que ele precisavam. A gangue se chamava Neo e tinha alguma ligação com uma empresa de tecnologia, mas uma coisa mais importante ainda é que haveria uma “reunião” na noite seguinte que seria muito importante. Eles com certeza estariam lá para por alguns assuntos a limpo. Estavam agora em cima do prédio vendo o por do sol, ele olhou pra ela sorrindo e abraçou-a. desta vez foi ela que achou estranho ele não costumava fazer isso.Ele voltou a olhar pra ela e perguntou:
— Temos até de noite o que vamos fazer agora?
(continua)..............

P.S: O “T.............” era pra ser o nome da menina não coloquei pra deixar sua imaginação rolar. Temo que esse episódio não tenha ficado tão bom porque não tinha uma idéia definida sobre o que colocar agora, mas daqui pra frente Vai ficar legal,. Valeu por vcs estarem acompanhando é muito importante pra mim.

bjs

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O Dragão Negro episódio-4

Ele estava muito perturbado, tinha que sumir dali, descansar, e parar pra pensar um pouco, podia até não parecer, mas a luta o deixara cansado. Como já estava quase anoitecendo foi pra casa dormir uma coisa muito incomum pra ele, pois normalmente passava quase a noite toda em claro. Sonhou com a sua luta e com a garota e com coisas do seu passado que esquecera há muito tempo. Acordou muito tarde o que também era estranho, mas o sono não levou nenhum pensamento, muito pelo contrário apenas o realçou decidiu ficar alguns dias fora de ação para ver se aquele pensamento passava.
Aquela garota por que ela não saia da sua cabeça? Em toda sua vida aprendeu que pensamentos (leia sentimentos) como esse passavam com o tempo, mas ao final da semana ainda era atormentado por aquele pensamento que o impedia de seguir sua vida e estava começando a se irritar com ele. E depois de muito lutar contra isso resolveu deixar sua mente viajar, deixar ela livre pra pensar no que quisesse e deixar de tentar controlar o que perecia incontrolável. Nesse momento estava em cima do prédio mais alto da cidade vendo o inicio do por do sol, sentou-se e deixou sua mente vagar pelo infinito ficou ali por muito tempo viajando, mas na sua posição até viajar poderia ser fatal e logo “despertou” com uma lâmina no seu pescoço e uma voz suave falando em seu ouvido:
— Sabia que você é muito difícil de encontrar moço?
— Faz quase uma semana que eu estou te procurando — disse ela com um tom meio brincalhão.
— Sério — ele não sabia o que dizer com uma espada na garganta.
— Ahh, me desculpe pela espada, mas achei que você iria fugir se não fizesse isso.
— O que quer de mim?
— Não sei. Quem sabe uma ajuda? Tenho tido muito trabalho lutando sozinha contra aquele pessoal que você enfrentou no prédio.
— Por que eu ajudaria você?
— Por que você os enfrentou no prédio?
— Estava em busca de um pouco de ação.
— Ótimo, use esse mesmo motivo pra me ajudar.
— Vamos ver....
Ele abaixou e se livrou da lâmina que o aprisionara desembainhou a sua e logo as duas espadas estavam se tocando. Olhos nos olhos e sorrisos. Começaram devagar, mas não demorou muito para acelerarem (não pensem besteira, é apenas uma luta ta) pareciam que o som do metal se atritando instigava-os a irem mais rápido. Terminou com ele por trás dela com a espada no pescoço, como no inicio, só que ao contrário ele a soltou e comentou:
— Você é muito boa.... — olhou nos olhos dela — .... na luta.
— Então? — falou com olhos cachorro pidão.
— É.... pode deixar que eu vou ajudar você.
Ela correu e o abraçou agradecendo e ele sem saber o que fazer pensava consigo mesmo: Não se evita o inevitável, então vamos ver no que vai dar.
(continua)..................

Espero que gostem.
p.s: O “desembainhou” vem de bainha que caso alguém não saiba é aquilo que protege a espada quando está “guardada”

bjs

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Dragão Negro episódio-3

Quando ele chegou ao local da explosão a fumaça ainda inebriava tudo à sua volta, mas no meio de todo aquele cenário conseguiu distinguir algumas sombras que se mexiam freneticamente, pareciam que estavam fazendo algo importante. De repente um vento vindo sei lá de onde soprou e baixou a maior parte da fumaça quase que instantaneamente e agora as sombras que não passavam de sombras estavam nítidas e olhando para ele surpresos por estar ali, fazia pouco tempo que a fumaça baixara e ele já tinha entendido tudo estava acontecendo um roubo a um cofre a explosão fora apenas uma distração. Ele ficou olhando para suas mascaras de olhos vermelhos pareciam de alta tecnologia e pelo jeito não estavam ali pra brincadeira. Uma das sombras comentou com outra:
— quem é esse cabeludo e o que ele está fazendo aqui — a mascara deixava a voz um pouco estranha.
— Acho que devo me apresentar primeiro — disse em um tom de voz alto para que todos ouvissem — Eu sou o Dragão Negro e estou aqui para impedir esse roubo, já você — disse apontando para a sombra questionadora — deveria se preocupar menos com o comprimento do meu cabelo e mais com sua própria vida (não sei se comentei, ele tinha cabelo comprido).
Houve um momento de silêncio até que uma sombra que se destacava entre as outras deu a ordem para atacar e como se todos se movessem ao mesmo tempo todos caíram sobre ele e logo ele estava completamente cercado. Seus olhos se tornaram vazios como se não mais enxergasse, apenas sentisse tudo a sua volta e deixou despontar um sorriso nos lábios.
— Do que está rindo cabeludo? — perguntou um dele.
— Humhumhum..... Isso vai ser divertido.
Depois de dizer isso todos o atacaram simultaneamente e de uma hora pra outra se multiplicaram eram mais de vinte e todos contra ele era isso que ele devia estar sentindo durante todo dia, estava usando o que aprendera, eram golpes, bloqueios, chutes e socos para todo lado (não vou descrever tudo, pois seria muito cansativo e o texto ficaria enorme) e entre toda aquela ação ele reparou na sombra que havia dado a ordem de ataque, ela estava calmamente terminando o “trabalho” como se nada estivesse acontecendo. Mas ao fim de tudo restava somente ele de pé ainda com o sorriso no rosto e corpos no chão todos vivos, pois ele ao gostava da idéia de matar sem necessidade.
A sombra que ficara de fora da luta já havia terminado o trabalho e estava como uma maleta na mão olhando para ele:
— Não vai fugir? — disse o Dragão
— Só se foge quando se é necessário e acho que você sabe muito bem disso.
— Então parece que a diversão ainda não terminou.
E podia sentir que por dentro da máscara a sombra sorria junto com o dragão.
Os dois começaram a se enfrentar num ritmo frenético e de vez em quando alguém acertava um golpe em cheio, mas nada demais, a sombra parecia estar com pressa e estava vendo que se continuasse assim demoraria demais então na primeira oportunidade puxou uma espada das costas e quase conseguiu decapitar o Dragão.
Estava muito emocionado naquele momento realmente aquele dia seria diferente era uma luta como essa que ele estava esperando há muito tempo e usar a espada não queria tanto e com um olhar quase alucinado desembainhou a espada e começou o combate.
Passariam um certo tempo até que os dois parassem para admirar o oponente e rever suas técnicas (muito comum entre guerreiros) só que agora a sombra estava perto da janela quase despencando prédio abaixo. A sombra sorriu e questionou:
— Sabia que nós não só explodimos a sala como as escadas e os elevadores?
— Não e na vejo motivo pra saber.
— Tem certeza?
Ele parou e pensou um pouco:
— Espera como planejavam sair do prédio então — e quando viu ele já havia pulado do prédio, mas em vez de cair saiu voando pela cidade.
Ahhh não, ele não havia ido tão longe pra parar ali e deixa-lo fugir, isso não. Saltou de prédio também e começou a perseguir literalmente uma sombra.
Os dois faziam um espetáculo de manobras, entre os prédios da cidade, mas no final das contas foi quando o Dragão Negro errou e o perdeu de vista em um telhado de um prédio que ele se deparou com uma coisa que o perturbaria muito. Lá estava ele, aquela sombra, caída no chão junto com sua maleta e junto deles uma garota que olhava para o corpo inconsciente no chão. Uma garota: olhos verdes, uma cabelo meio alaranjado que se realçava à luz do sol e um sorriso muito familiar e o corpo, bem o corpo vou deixar de lado, pois vocês já sabem como é vamos dizer que tudo era perfeitamente harmonioso. E dessa vez ele que olhou diretamente nos olhos dela ela o retribuía, mas dessa vez mais discretamente:
— Você?
— Oi.... — disse sorridente — ...de novo.
— Como conseguiu isso — apontou pro corpo.
— Ahhh isso ele estava muito distraído fugindo de você ai eu fui lá e ...pow... aí ele desmaiou, só isso.
Ele ficou olhando pra ela incrédulo e algo dentro si mesmo crescia, não sabia o que.
— Bem parece que você tem tudo sobre controle — e saiu voando o mais rápido que podia para o mais longe dali possível .
Tinha algo errado com ele, não sabia se com o cérebro ou com o coração , mas que havia algo errado havia.
(continua)...............

Esse episódio ficou maior, espero que gostem.

bjs

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O Dragão Negro episódio-2

O dia estava amanhecendo e como sempre ele já havia se levantado para ver o nascer do sol que naquele dia estava avermelhado, uma visão que o agradava muito. Nesse dia estava estranha mente animado parecia que podia sentir que de algum modo esse dia seria melhor. Normalmente iria para o topo do prédio mais alto e ficaria esperando algo acontecer para entrar em ação, mas graças ao seu estado sentiu uma enorme vontade de tomar café como uma pessoa comum era fácil, era só não portar uma espada ou ficar flutuando em publico que ninguém o repararia.
E foi assim que aconteceu se dirigiu para um bom estabelecimento com uma varanda para refeições onde poderia ver o sol que nascia. Não era barato, mas vamos dizer que dinheiro não era problema. Estava indo tudo muito bem e tranqüilo até que um casal, pai e filha para ser mais exato, entraram na varanda e se sentaram-se à mesa ao seu lado e como se fosse possível não prestar atenção em uma discussão que se formava do lado ele fingiu bem. A garota começara com uma pergunta inocente:
— Aproveitando o momento, pai, gostaria de pedir sua permissão para sair essa noite:
— Com quem? — disse o pai encostando a caneca na mesa e olhando diretamente para a filha.
— Sozinha, é que tem uma festa hoje....
— Não — cortou a explicação da filha ao meio.
— Porque eu nunca fiz nada de errado pra você me proibir — e o tom de voz começava a se elevar.
— Não quero que vá simplesmente por que não quero e se foi das outras vezes foi porque pediu a sua mãe.
E por ai vai a discussão até que o pai dá a palavra final , se levanta e sai. A menina que estava visivelmente chorando de raiva se recompôs e fitou-o nos olhos, ele retribuía o olhar, mas de uma forma mais discreta:
— Você ouviu não ouviu?
Ele hesitou um pouco, mas respondeu:
— Acho que todo mundo ouviu né?
— Ahh acho que devo desculpa, mas como você viu meu pai não estava certo.
— Ahh é claro — não se deve discordar de uma menina irritada — Mas , não esquenta não, isso ocorre comigo de cinco em cinco minutos — ele era meio irônico de vez em quando também.
Ela sorriu do comentário pegou suas coisas e se mudou para sua mesa, ele achou a ação um pouco estranha, não a havia convidado e ela o fez tão espontaneamente que chegou a ser engraçado. Ela perguntou e ele vinha sempre ali:
— Só de vez em..... BOOOOOMMMMM.... — um prédio à alguns quarteirões tinha acabado de explodir no vigésimo e..... lá pra cima.
E como que tudo que é bom dura pouco ele pediu licença à garota, colocou o dinheiro sobre a mesa, pegou sua espada que estava escondida debaixo da mesa e voou pra lá.
(continua)........

P.S: gostariam de ter super-poderes? Sei que é bobeira, mas gostaria de saber qual.

bjs

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A história da história

Como vão? Eu vou bem, primeiramente oi, Felizmente para uns e infelizmente para outros chegamos à primavera ta todo mundo mais alegre, feliz, colorido, saltitante e apaixonado, bem, isso é a primavera.
Na última postagem vocês conheceram o Dragão Negro que é algo como um “eu super-idealizado”, sabe como, quando você viaja em mundos alem da imaginação sem sair do lugar e de alguma forma você não é você bem se existissem esses mundos esse seria eu, de uma forma ou de outra vou tentar dar continuidade à história eu tenho uma certa dívida como ele, já que ele deu o nome do blog. Bem espero que gostem e sugiro a quem não leu que leia, pois se tudo der certo vai haver varias histórias para serem lidas e acho que ninguém quer perder o rumo da história.

P.S: Nem tudo que eu escrever aconteceu que fique bem claro e para todos os efeitos é apenas uma história.

Sentem, relaxem e aproveitem o espetáculo.

Beijos e até a próxima.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

O Dragão Negro episódio-1

Ele já estava cansado dessa vida que dizem ser heróica, essa vida sem objetivos, essa vida que muitos considerariam abençoada, mas ele a considerava amaldiçoada estava cansado de procurar por algo esse algo que não sabia o que era e nem mesmo sabia se existia a única coisa que sabia é que precisava disso. Ele queria poder deixar essa vida, desistir, parar de voar sobre os prédio bancando o justiceiro, parar de salvar o dia e parar de fingir que ligava pra isso, Só hoje já havia pego alguns ladrões e impedido que alguns marginaisinhos abusassem de um garota , já estava farto dessas coisas pequenas ele era capaz de mais, muito mais, ele queria lutar com alguém que valesse a pena, alguém que o fizesse desembainhar sua espada, pois não o fazia desde que saíra do templo lugar onde passou quase toda sua vida aprendendo. Em vão, tudo que aprendera não havia servido pra nada, queria usar sua espada, queria derramar algum sangue, queria provar que era tão bom quando pensava, que era capaz, que era o mais forte....
Sua vida era difícil, solitária e cansativa queria mais do que tudo deixa-la,
mas o Dragão Negro não permitiria, algo muito mais forte que ele o conduzia e o forçava a continuar trilhando esse caminho parecia ser seu destino, então não restava mais opções a não ser esperar e ver até onde essa vida o levaria.
(continua).....

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

À luz da lua

Saudações e comprimentos, pessoal. Nesse ultimo fim de semana tive mais um daqueles momentos que são de uma beleza tão grande que fica difícil esquecer depois.
Este sábado a noite estava em casa tranqüilo assistindo TV quando do nada acaba a energia (coisa que de vez em quando acontece por aqui), uns instantes depois percebi que lá fora estava claro e como um inseto atraído pela luz fui para fora.
A lua estava cheia e iluminava a tudo e a todos me sentei e fiquei olhando pra ela ouvindo música (I don’t want miss a thing do Aerosmith, pra quem viu Armageddon e gostou da música é muito f......... boa). Fiquei tão maravilhado com sua luz que mal acreditava que fosse real por mim se fosse para adivinhar que aquele momento era real ou não, eu diria que era um sonho daqueles que você não quer acordar, quer ficar ali admirando aquilo até que a energia voltou (droga).

A lua me protege.
A noite me esconde
Não consigo evitar
É o meu destino a minha sina.

Quantas vezes vocês já pararam para admirar a lua hein?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Why so serious?

“Quer saber a origem dessas cicatrizes? Meu pai bebia e um dia ele chegou em casa mais doido do que de costume, minha mãe começou a brigar com ele. Eu vi meu pai pegar uma faca, enfiar na barrida da minha mãe e sorrir enquanto ela morria, ele se virou pra mim e disse: “porque tão sério”, ele veio na minha direção “porque tão sério” enfiou a faca na minha boca, olhou pra mim e disse: “vamos fazer um sorriso nesse rosto”, porque tão sério ele dizia.”
Do Coringa o melhor vilão que uma cidade poderia ter.